Quando as consequências estão à vista

Punir é fazer justiça, e não forçosamente perder simpatias, porque os homens possuem o sentido da justiça, e alguns não compreendem o alcance real dos seus actos senão quando as consequências estão à vista. A sanção automática geral, ligada à inobservância duma lei, não passa dum meio empírico rudimentar, indispensável por vezes, mas sem deixar […]

Um franzir de sobrolho

Um olhar, uma palavra, um sorriso ou um franzir de sobrolho, bastam a um chefe amado para exprimir a sua satisfação ou a sua reprovação. Um castigo exemplar, dado a propósito, atinge então seguramente o seu objectivo. O chefe que eleva frequentemente a voz e tem sempre a ameaça na boca depressa perde a sua […]

Punir é um dever

Punir não é só um direito, é sobretudo um dever, por vezes doloroso, mas ao qual ninguém deve furtar-se. O homem punido tem obrigação de dar-se conta de que não somos nós que o castigamos, mas a lei e os, regulamentos de que somos os representantes.

Alguns conselhos

Alguns conselhos do general de Maud’huy: – Nunca é aconselhável punir num momento de irritação; como regra, espere-se o dia seguinte para fixar o castigo. – Ouçamos o faltoso e de boa fé procuremos com ele as circunstâncias que podem ser atenuantes. – Quando chegarmos à conclusão de estarmos a tratar com um indivíduo mau, […]