Servir desinteressadamente

Nada se adianta em imaginar que mandar é fácil, que, com um rosto hermético e uma voz imperiosa, está ganha a batalha. Para ser chefe, há que possuir aquele amor do próximo e aquela cultura que permitem conhecer os homens e perscrutar os mais íntimos recônditos da alma. Torna-se necessário pertencer também àquela aristocracia espiritual que tem por divisa: servir. Mas servir desinteressada, perseverante e corajosamente – consequência de convicções, entusiasmo, carácter.

«Para viver, um país tem necessidade de que os indivíduos escolham uma doutrina e a conservem, se fixem uma regra, um lema. Eu escolhi, impus-me uma disciplina: “Servir”.»
(Weygand)