Libertar o culpado da falta

No espírito do chefe, a reputação não deve seguir constantemente o delinquente, e as sanções devem ser consideradas mais como meio de libertar o culpado da falta cometida do que exercer contra ele uma medida coercitiva. Assim como assim é necessário que o delinquente saiba que, uma vez expurgado lealmente da sua pena, será considerado como se nunca tivesse merecido repreensão.

Sobretudo nunca dar ao homem a impressão de que se trata dum “assinalado” (mesmo que seja objecto de observação muito atenta), de que todos os seus actos, são criticados, por princípio, mas provar-lhe, pelo contrário, que, se ele proceder bem, ter-se-á muito gosto em lho dizer. É assim que se iniciam as recuperações.
(Poumeyrol)

Destruir uma vontade é sempre tornar estéril o ser, mas nem sempre é aniquilar a revolta.